
A água não entra pelo meio do telhado. Entra pelo remate.
Impermeabilizamos os pontos onde a cobertura encontra outra coisa: platibandas, empenas, chaminés, caleiras e tubos de queda. É aí que a infiltração começa, e é aí que a barreira tem de ser contínua — em manta asfáltica ou em membrana líquida armada, conforme o suporte e a geometria.
Visita técnica e orçamento sem compromisso. Respondemos em 24 horas úteis.
O que inclui o serviço
Quando a cobertura já está a deixar entrar água
A infiltração raramente aparece por baixo do sítio onde entrou. A água corre entre a telha e o suporte, ou sobre a laje, até encontrar a primeira fissura por onde descer. A mancha no teto diz que há um remate aberto — não diz onde.
Como executamos
Levantamento dos remates
Percorremos a cobertura toda: encontros com platibandas e empenas, chaminés, caleiras, tubos de queda e ventilações. Fotografamos cada ponto — é daqui que sai o orçamento, discriminado por remate.
Preparação do suporte
Remoção da argamassa que já não sela, levantamento das telhas na faixa do remate, limpeza e secagem. Sobre pó ou material solto, nem a manta nem a membrana agarram.
Primário e reforço
Primário compatível com o suporte e reforço nos cantos, mudanças de plano e passagens. São esses pontos que abrem primeiro quando o material trabalha com o calor.
Aplicação e verificação
Manta asfáltica com sobreposições seladas, ou membrana líquida armada com véu de reforço. No fim molhamos os remates tratados e confirmamos o interior com o cliente.
Onde a barreira tem de ser contínua





Impermeabilizar não é o mesmo que hidrofugar.
O hidrofugante sela a porosidade da telha e faz a água escorrer à superfície. É útil, e também o fazemos — mas não fecha uma junta aberta. A impermeabilização cria uma barreira nova e contínua no remate, sobreposta ao suporte e à parede. Quando a mancha já está no teto, o hidrofugante sozinho não a resolve.
O remate está sempre no bordo — e é aí que ninguém anda solto.
Platibanda, beirado, empena, chaminé: o sítio por onde a água entra é quase sempre o sítio onde a cobertura acaba. Este trabalho faz-se junto ao bordo da laje ou do telhado, e é aí que o sistema de duas cordas com pontos de fixação independentes deixa de ser detalhe técnico e passa a ser a única razão para a equipa poder trabalhar de mãos livres.

Prazos e o que influencia o orçamento
Damos um valor preliminar a partir de fotografias e um orçamento fechado, discriminado por remate, após visita técnica — sempre sem custo.
Serviços relacionados
Lavagem de telhados
Musgo e líquenes retêm água em cima da telha e degradam o remate por baixo.
Ver serviço →Aplicação de hidrofugante
Sela a porosidade da telha depois da lavagem. Complementa a impermeabilização, não a substitui.
Ver serviço →Pintura de fachadas
Quando a escorrência já marcou a parede por baixo da platibanda.
Ver serviço →Perguntas frequentes sobre impermeabilização de coberturas
A mancha está numa divisão do último piso. O problema está mesmo por cima?
Quase nunca. A água entra por um remate aberto e corre entre a telha e o suporte, ou sobre a laje, até encontrar a primeira fissura por onde descer. Pode aparecer metros ao lado. Por isso o levantamento é feito à cobertura toda, e não só à zona por cima da mancha.
Manta asfáltica ou membrana líquida?
Depende do suporte e da geometria. A manta trabalha bem em planos longos e regulares, com sobreposições seladas. A membrana líquida armada com véu de reforço adapta-se melhor a cantos, tubos e formas irregulares, onde a manta obrigaria a cortes e emendas — e cada emenda é um ponto fraco. Em muitas coberturas usam-se as duas, cada uma onde é mais fiável.
Isto não se resolve com hidrofugante?
Não, se a junta estiver aberta. O hidrofugante sela a porosidade da telha e faz a água escorrer à superfície, mas não fecha uma fissura no remate nem substitui uma barreira. São serviços diferentes, muitas vezes complementares: primeiro fecha-se o remate, depois trata-se a telha.
É preciso levantar as telhas?
Só na faixa junto ao remate, quando a barreira tem de passar por baixo delas — que é o que faz a diferença entre um remate que dura e um que se abre no primeiro verão. As telhas levantadas voltam a ser assentes no fim; o resto do telhado não é mexido.
Pode fazer-se em qualquer altura do ano?
Não. O suporte tem de estar seco e a previsão limpa nas horas seguintes à aplicação, senão o produto não cura e a barreira nasce comprometida. Em Portugal a janela útil vai tipicamente de março a outubro. Fora disso, planeamos a obra para a primeira janela de bom tempo.
Os moradores têm de sair de casa?
Não. O trabalho decorre no plano da cobertura, pelo exterior. Só pedimos acesso ao interior no fim, para verificar as divisões onde havia mancha depois de molharmos os remates tratados.
Dão garantia?
Sim, sobre a aplicação. O prazo consta do orçamento e acompanha a garantia do sistema aplicado. O relatório fotográfico serve de registo do que foi feito e em que ponto da cobertura.
Envie fotografias da cobertura e da mancha no interior.
Com fotografias do remate e do sítio onde a humidade aparece conseguimos dar um valor preliminar antes mesmo da visita técnica.
+351 933 369 927